Outra vez!
A patroa destratou a nossa mãe.
E depois reconhece as dificuldades decorrentes do seu quadro de saúde.
E inventa um pedido de desculpa insincero.
Está difícil suportar.
Outra vez!
A patroa destratou a nossa mãe.
E depois reconhece as dificuldades decorrentes do seu quadro de saúde.
E inventa um pedido de desculpa insincero.
Está difícil suportar.
Mais uma!
Estávamos almoçando, e mamãe deixou cair um pedaço de carne com osso (mais osso).
Fez barulho.
Dava para perceber que não tinha sido ela dando comida para o sapo (o cachorro feio, que não é nosso).
Mas a minha irmã, a sinhá, reclamou com nossa mãe, fez discurso, essas coisas que, quem a conhece, sabe do que se trata.
E sentenciou: parece que precisa tirá-lo da sala quando estivermos comendo.
Eu falei de mim para comigo: sim, há muito tempo.
E, na esteira das indelicadezas, disse: tá certo que caiu da boca da senhora, mas…
É desse jeito, tem de destratar quem já não tem os mesmos sentidos, não importa se há razão para isso (sinceramente, destratar quem já não tem a mesma consciência é o cúmulo, para mim).
Pronto, falei.
Esse foi outro desenho que eu tentei fazer, já faz um temmais.

essa é uma das muitas tentativas de compor uma paisagem

Caramba!
Estive em minha casa no horário em que estaria no trabalho (estou de férias).
Ia lá novamente depois do jantar.
Aí, surgiu a demanda por compras (dessa vez, as farinhas para a nossa mãe — chia, linhaça, semente de abóbora, castanha de caju, castanha do brasil).
Quando voltei com as compras, pensei: agora em volto em casa, para molhar as plantas restante e levar roupa simples, shorts e bermuda, para poder organizar as coisas sem sujar a roupa do trabalho.
Não deu: minha irmã dominadora inventou uma história de fazer bolo, e me envolveu em seu projeto (ela sempre envolve).
E eu estou com cara de b*.
A culpa cristã é uma m*
Estou passando tempos difíceis (junto com as minhas irmãs mais velhas).
Elas, para serem afastadas da nossa mãe; eu, para me tornar o Cook –de segunda a segunda.
Registre-se que isto, por si só, não está errado.
Eu devia estar contribuindo ainda mais.
O detalhe é que, para.minhas irmãs serem isoladas, eu tenho que servir de instrumento de vingança da minha irmã poderosa
E eu não quero isso. Mas não posso evitar — quer dizer, não tenho força de caráter para isso.
Daí que.minhas férias iniciaram, e eu saí de casa (da casa dela e da minha mãe) e fui para a minha casa, como se tivesse saído par o trabalho.
E essa p* de culpa cristã vem me espicaçar!