Mais uma!
Estávamos almoçando, e mamãe deixou cair um pedaço de carne com osso (mais osso).
Fez barulho.
Dava para perceber que não tinha sido ela dando comida para o sapo (o cachorro feio, que não é nosso).
Mas a minha irmã, a sinhá, reclamou com nossa mãe, fez discurso, essas coisas que, quem a conhece, sabe do que se trata.
E sentenciou: parece que precisa tirá-lo da sala quando estivermos comendo.
Eu falei de mim para comigo: sim, há muito tempo.
E, na esteira das indelicadezas, disse: tá certo que caiu da boca da senhora, mas…
É desse jeito, tem de destratar quem já não tem os mesmos sentidos, não importa se há razão para isso (sinceramente, destratar quem já não tem a mesma consciência é o cúmulo, para mim).
Pronto, falei.