Sábado.
Fiz o jantar (mais da sinhá, parecido com lanche).
Mamãe jantou. Eu também.
E a sinhá lavando o cabelo.
Entra. Sai. Passa creme. Enxágua. Lava de novo. Pega uma tesoura.
Cortou as pontas? Não sei, não percebi diferença.
Enfim, veio jantar.
E eu ansioso para ir em casa.
Mas dis que, antes mesmo de terminar, veio com as caduquices com o sapo gordo (o buldogue francês da sobrinha e do marido): pipin, vamos passear.
Tenho de tomar cuidado com meu fígado.
Lidar com pessoa esquizofrênica é dureza.