Ontem à noite, o humor da sinhá estava alterado.
Quando eu cheguei, vi duas panelas no fogo. Era uma de arroz e outra de carne com osso.
E eu comeria a bobagem de perguntar pelo sapo (buldogue).
Respondeu que o dono (Bruno, esposo de nossa sobrinha) tinha vindo buscar.
Saiu dizendo que ia ao mercado, e deixou as panelas no fogo.
Na saída, estilou: mamãe ainda não jantou. Já eram nove horas.
Chegou passando das dez. Não vi se trazia alguma coisa. Não importa.